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Teatro Rivoli
© João Octávio Peixoto
Desde 2014, o Teatro Rivoli é um dos polos do Teatro Municipal do Porto (TMP), juntamente com o Teatro Campo Alegre, acolhendo programação nacional e internacional, com particular enfoque na dança, bem como importantes festivais da cidade.
O Teatro Municipal do Porto (TMP), através dos seus dois polos — Rivoli e Campo Alegre —, apresenta uma programação multidisciplinar, aberta a um vasto leque de latitudes e de públicos, concretizando a estratégia definida pelo Pelouro da Cultura do Município do Porto, desde a sua reabertura em setembro de 2014. Com uma clara missão de coproduzir, apresentar e apoiar a comunidade artística local, nacional e internacional, o TMP pretende, acima de tudo, consolidar-se como plataforma para o desenvolvimento de relações efetivas e de práticas criativas sustentadas, numa constante triangulação entre artistas, públicos e o lugar da instituição.
Moldado pela realidade e pela forma como os contextos políticos, sociais e identitários motivam novas narrativas e oferecem perspetivas distintas, a sua programação apresenta obras com uma amplitude variada na sua escala e disciplinas, dentro do campo contemporâneo, com um sentido de coragem no seu conteúdo ou na sua forma. Juntamente com o DDD - Festival Dias da Dança e o centro de residências artísticas e espaço de trabalho para as artes performativas, CAMPUS Paulo Cunha e Silva, o TMP integra a Direção de Artes Performativas da Ágora — Cultura e Desporto do Porto E.M.
Em 1913, o Rivoli foi inaugurado com a nomenclatura de Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e, assim, em 1932, nascia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projeto arquitetónico é da responsabilidade do arquiteto e engenheiro Júlio Brito. Em 1994, o teatro fechou para uma total remodelação, com projeto do arquiteto Pedro Ramalho. Em outubro de 1997, o Rivoli reabriu as suas portas sob a direção de Isabel Alves Costa. Atualmente, o Teatro Rivoli dispõe de duas salas de espetáculo: o Grande Auditório, com capacidade para 729 pessoas, e o Pequeno Auditório, com capacidade para 158 pessoas, bem como Sala de Ensaios e outros espaços como o subpalco e o TMP Café, onde se realizam também algumas iniciativas.
Direção artística / Programação:
Drew Klein
geral.tmp@agoraporto.pt
Moldado pela realidade e pela forma como os contextos políticos, sociais e identitários motivam novas narrativas e oferecem perspetivas distintas, a sua programação apresenta obras com uma amplitude variada na sua escala e disciplinas, dentro do campo contemporâneo, com um sentido de coragem no seu conteúdo ou na sua forma. Juntamente com o DDD - Festival Dias da Dança e o centro de residências artísticas e espaço de trabalho para as artes performativas, CAMPUS Paulo Cunha e Silva, o TMP integra a Direção de Artes Performativas da Ágora — Cultura e Desporto do Porto E.M.
Em 1913, o Rivoli foi inaugurado com a nomenclatura de Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e, assim, em 1932, nascia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projeto arquitetónico é da responsabilidade do arquiteto e engenheiro Júlio Brito. Em 1994, o teatro fechou para uma total remodelação, com projeto do arquiteto Pedro Ramalho. Em outubro de 1997, o Rivoli reabriu as suas portas sob a direção de Isabel Alves Costa. Atualmente, o Teatro Rivoli dispõe de duas salas de espetáculo: o Grande Auditório, com capacidade para 729 pessoas, e o Pequeno Auditório, com capacidade para 158 pessoas, bem como Sala de Ensaios e outros espaços como o subpalco e o TMP Café, onde se realizam também algumas iniciativas.
Direção artística / Programação:
Drew Klein
geral.tmp@agoraporto.pt
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