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Centro Cultural Vila Flor
© Leonardo Finotti
O Centro Cultural Vila Flor (CCVF) é um equipamento cultural, com funcionamento regular e projeto próprio, de âmbito geográfico regional, nacional e internacional, que tem como missão cocriar, programar e produzir atividades culturais no domínio das artes do espetáculo, numa natureza de ação designada de serviço público.
Com um programa multidisciplinar e diversificado, trabalha as várias disciplinas artísticas de forma permanente, com abertura a linhas estéticas muito plurais.
A sua programação regular é de enorme diversidade e complementaridade, sendo pensada a partir de um trabalho de cadências entre festivais (dança, teatro e música), com intensidades várias relacionadas a partir de um olhar sobre o comportamento cultural e social do meio e definidas por níveis de intervenção local, nacional e internacional, afirmadas em projetos de criação, acolhimento e parceria: música, teatro, dança, performance, circo contemporâneo, cruzamentos disciplinares e artes visuais. A sua programação beneficia ainda do forte investimento feito na criação, sustentado pelas coproduções, residências artísticas e também das relações internacionais em desenvolvimento e projetos europeus em curso, formando um ecossistema cultural cada vez mais complexo, fluído e formulador de novas realidades que alimentam o desenvolvimento e estatuto da cidade enquanto lugar geográfico referencial no mapa das artes.
Localizado em pleno coração histórico de uma cidade Património Mundial da UNESCO, o Centro Cultural Vila Flor foi inaugurado a 17 de setembro de 2005 com o propósito de dar forma e vida a mais de 15 anos de percurso cultural existente na cidade, mas também como motor de descentralização, permitindo a Guimarães fazer parte dos roteiros culturais do país. Instalado junto ao Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, prima pela conjugação da história da Quinta Vila Flor, dos seus magníficos jardins e admirável arquitetura que se desdobra entre memórias ancestrais e traços da modernidade. O edifício, projetado de raiz para a apresentação de espetáculos de índole cultural, foi também concebido de forma a otimizar todos os recursos e a criar estruturas da mais alta qualidade capazes de permitir a sua múltipla utilização enquanto espaço aberto à realização dos mais diversos eventos. Equipado com dois auditórios (com 800 e 200 lugares cada), uma área expositiva de cerca de 1000m2, uma sala de ensaios, quatro salas de reuniões, um restaurante, um café-concerto, parque de estacionamento e jardins, o Centro Cultural Vila Flor é um verdadeiro sinal da excelência de uma cidade onde a cultura existe e está aberta a todos os públicos.
A sua gestão e programação está a cargo d’A Oficina desde a sua abertura, entidade responsável pela gestão e programação de outros equipamentos culturais da cidade como o Espaço Oficina, o Centro de Criação de Candoso, a Black Box da Fábrica Asa, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, a Casa da Memória de Guimarães e a Loja Oficina.
Direção artística / Programação:
Rui Torrinha
ruitorrinha@aoficina.pt
A sua programação regular é de enorme diversidade e complementaridade, sendo pensada a partir de um trabalho de cadências entre festivais (dança, teatro e música), com intensidades várias relacionadas a partir de um olhar sobre o comportamento cultural e social do meio e definidas por níveis de intervenção local, nacional e internacional, afirmadas em projetos de criação, acolhimento e parceria: música, teatro, dança, performance, circo contemporâneo, cruzamentos disciplinares e artes visuais. A sua programação beneficia ainda do forte investimento feito na criação, sustentado pelas coproduções, residências artísticas e também das relações internacionais em desenvolvimento e projetos europeus em curso, formando um ecossistema cultural cada vez mais complexo, fluído e formulador de novas realidades que alimentam o desenvolvimento e estatuto da cidade enquanto lugar geográfico referencial no mapa das artes.
Localizado em pleno coração histórico de uma cidade Património Mundial da UNESCO, o Centro Cultural Vila Flor foi inaugurado a 17 de setembro de 2005 com o propósito de dar forma e vida a mais de 15 anos de percurso cultural existente na cidade, mas também como motor de descentralização, permitindo a Guimarães fazer parte dos roteiros culturais do país. Instalado junto ao Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, prima pela conjugação da história da Quinta Vila Flor, dos seus magníficos jardins e admirável arquitetura que se desdobra entre memórias ancestrais e traços da modernidade. O edifício, projetado de raiz para a apresentação de espetáculos de índole cultural, foi também concebido de forma a otimizar todos os recursos e a criar estruturas da mais alta qualidade capazes de permitir a sua múltipla utilização enquanto espaço aberto à realização dos mais diversos eventos. Equipado com dois auditórios (com 800 e 200 lugares cada), uma área expositiva de cerca de 1000m2, uma sala de ensaios, quatro salas de reuniões, um restaurante, um café-concerto, parque de estacionamento e jardins, o Centro Cultural Vila Flor é um verdadeiro sinal da excelência de uma cidade onde a cultura existe e está aberta a todos os públicos.
A sua gestão e programação está a cargo d’A Oficina desde a sua abertura, entidade responsável pela gestão e programação de outros equipamentos culturais da cidade como o Espaço Oficina, o Centro de Criação de Candoso, a Black Box da Fábrica Asa, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, a Casa da Memória de Guimarães e a Loja Oficina.
Direção artística / Programação:
Rui Torrinha
ruitorrinha@aoficina.pt
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